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“O papel do RH na regeneração das organizações”
O mundo dos negócios deixou de ser linear e passou a ser visto como interligado, cada vez mais complexo e com velocidade acelerada das transformações, onde não temos mais respostas prontas para todas as questões e desafios que surgem de forma incessante…
Até aqui, nada de novo! Certo?
Sabemos também que o foco das empresas, neste momento, está em garantir a segurança financeira do negócio no curto prazo. E, depois desta crise, o mundo não será mais o mesmo, pois empresas irão reduzir ou fechar, abrindo espaço para novos negócios. A grande pergunta é:
Como lidar com um mundo tão pouco linear num momento de crise aguda como a que estamos vivendo?
Além da segurança financeira, a empresa deve focar no senso de pertencimento e engajamento por um propósito maior. Isso porque a crise revela a oportunidade para identificar a razão do negócio existir, energizar seu propósito maior e fortalecer as relações, onde de fato se aproveite as oportunidades que o contexto oferece. Porém, para aproveitar essas oportunidades é fundamental refletir sobre como andam as conexões existentes, repensar o propósito vigente e o modelo de negócio adotado, identificando iniciativas estratégicas que possam gerar valor compartilhado para todos os stakeholders no médio e longo prazo.
E para que isso ocorra, o RH tem um papel crucial: buscar se regenerar primeiro para, então, inspirar o negócio a fazer o mesmo!
Ao olhar para o seu propósito dentro da Organização, o RH passa a perceber como os desafios podem ser resolvidos com a maior participação e envolvimento das pessoas, já que olhar de forma mais humanizada significa ver suas próprias potencialidades e também as potencialidades das outras áreas.
Além disso, reconhecer e usar mais as capacidades das pessoas dentro do próprio RH faz com que tenham a sensação de relevância, importância e pertencimento. Não há nada mais humano que isto: ser incluído, valorizado e se sentir seguro nas relações. Olhar para suas vulnerabilidades, para as próprias potencialidades e estimular que juntos possam buscar respostas necessárias para os desafios deste mundo em constante transformação.
Portanto, um caminho que sugiro aqui é que o RH primeiro se regenere, levando em consideração o sentido próprio da palavra, que significa: RE = “de novo”, e GENERARE = “gerar, criar uma vida”. Desta forma, ele poderá rever seus processos, sua estrutura, sua forma de interação e de contribuição com o negócio. Poderá analisar com quais recomendações e insights vêm participando das tomadas de decisão estratégicas, com quais premissas têm contribuído para que as empresas possam criam suas novas vidas e se regenerar, seguindo em frente!
Que os RHs possam ser uma fonte de inspiração e cuidado para com as pessoas, expandindo essa capacidade de regeneração para todos e cada um, garantindo que a transformação possa de fato acontecer.
A superação desse momento virá via transformação de cada indivíduo que contribui e participa do negócio, e acredito piamente que o RH possa ser o puxador dessa jornada, olhando primeiro para si, para cada um dos indivíduos que participam do RH.
O resultado desse investimento? Pessoas mais engajadas, mais felizes por serem reconhecidas pelas suas contribuições, e que olham para o RH com gratidão, como uma área que faz a diferença, que traz humanidade e de fato coloca as pessoas no centro!
Bons influenciadores, bons líderes, bons pais ou boas pessoas em geral tratam com respeito o potencial de realização das pessoas. E o que é este tratar…
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