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Já parou para pensar que até um mês atrás você não se preocupava se podia ou não ir para onde quisesse? Fazia seus planos para o final de semana ou até mesmo para o jantar e podia convidar quem quisesse para ir contigo?
Em um momento decidia e “controlava” sua agenda e sua vida para, num segundo seguinte, ser direcionado a uma realidade cheia de restrições, dúvidas, insegurança e mistérios. Uau!
Você sabe o que acontece com as suas emoções, seus pensamentos e até mesmo suas atitudes, quando – querendo ou não – precisa enfrentar uma situação totalmente imprevista?
Quando pensamos nas emoções, vale a pena lembrar que emoção é tudo aquilo que sentimos a partir do que vivenciamos. Não escolhemos senti-las, simplesmente o corpo reage ao vivido e somos invadidos por determinada emoção, a qual não conseguimos (e nem devemos) controlar. Conseguimos sim, e devemos, agir conscientemente ao decidir o que faremos a partir dela. E se pensarmos mais sobre ela, conseguimos ter uma ação ainda mais adequada.
Segundo Maturana, esse pensar sobre as emoções só encontra barreiras porque o nosso ser racional ainda resiste ao fato de que todas nossas ações têm um fundamento emocional. Isso porque, ainda hoje, vivemos acreditando que os nossos argumentos totalmente “racionais” são o que fundam nossas emoções e não o contrário.
Por isso, hoje, eu te convido a fazer um exercício:
“Se pergunte “o que estou sentindo agora?”, e procure perceber e identificar no seu corpo a emoção que estiver sentindo.
Esse (nem tão simples) exercício vai te ajudar a se conhecer melhor. Mas, não será surpresa se você perceber que o seu repertório para nomear cada uma das suas emoções for limitado. Acredite, é igual o da grande maioria das pessoas, pois geralmente suprimimos nossas emoções ao invés de deixá-las fluir. Por isso, o autoconhecimento é fundamental. É ele que joga “luz” e traz clareza sobre isso. Para conseguir ter um bom repertório emocional não tem jeito, só exercitando mesmo. Então, se pergunte mais vezes ao longo do dia o que está sentindo, e procure identificar o sentido real das suas emoções, as reações corporais, e o que está disparando cada uma delas.
Normalmente, num cenário onde não é possível fazer escolhas, ou quando por força maior, é necessário adiar planos e projetos, isso pode despertar em nós emoções como o medo, frustração, tristeza e ansiedade. E se não tomarmos cuidado, até depressão ou pânico.
A melhor forma de lidar com isso, é perceber e acolher cada uma dessas emoções. Poder refletir sobre elas e se permitir ver as coisas por uma nova perspectiva vai te ajudar a criar respostas diferentes, mais conscientes e adequadas diante dessa situação que estamos vivendo.
Lembre-se: É natural sentir todas essas emoções, mas identificá-las e refletir sobre elas vai te deixar menos impotente, e muito mais consciente, diante de uma situação recheada de imprevistos e incertezas.
Acredite, esse distanciamento social está exigindo de todos nós um olhar mais atento para o nosso interior. E quem aproveitar, e realmente acolher-se nesse momento vai conseguir sair dessa quarentena muito mais seguro e consciente das suas ações.
Que tal se hoje, só por hoje, você ousar conversar com suas emoções?
Experimente, e descubra toda a riqueza existente no seu universo interior!
ESCRITO POR
Eliz Negreiros
Eliz é a nossa amante oficial de paçoca! Uma pessoa com um coração imenso e um jeito simpático e doce de lidar com pessoas. Faz parte do nosso time da Consultoria com muito orgulho!
Bons influenciadores, bons líderes, bons pais ou boas pessoas em geral tratam com respeito o potencial de realização das pessoas. E o que é este tratar…
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