4 VIRTUDES QUE CONSTRÓEM A SEGURANÇA NO AMBIENTE

Celso Braga

3 de maio de 2021

Blog do Grupo Bridge

Desenvolvimento humano, transformação cultural e inovação.
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“O homem inteligente aprende com seus próprios sofrimentos; o sábio aprende com os sofrimentos alheios”.

Aristóteles

 

Qual o caminho para um ambiente em que as pessoas se sintam seguras? A liderança deve propiciar este ambiente ou são as pessoas que devem construí-lo por si mesmas? É você que deve impactar mais pessoas na busca por um ambiente melhor para todos? 


Você pode aproveitar essas questões para refletir sobre qual caminho quer seguir. Mas, sem dúvida, a busca por ser o melhor que você pode ser como líder dirá que precisa respondê-las com cuidado.


O eixo central de tudo que transforma um ambiente comum em um ambiente bom, seguro e confiável está no entendimento de onde, você como líder, quer chegar. Para isso, as quatro virtudes aristotélicas podem te ajudara encontrar um caminho. Essas virtudes podem provocar um maior conhecimento sobre si e sobre o outro, e, no final, ajudar quem as emprega a construir ambientes de convivência melhores para todos.


Isso não tem a ver só com sua busca por fazer o bem e ser bom, tem a ver com levar as pessoas a participarem da escolha do bem comum, da construção do bom ambiente, da segurança e da felicidade expressa cotidianamente.


As quatro virtudes são a prudência, a temperança, a justiça e a fortaleza. Empregar estas virtudes leva a um exercício ético-moral diretamente relacionado com “cuidar da sociedade”, refletir sobre nossos atos para melhorar e produzir satisfação através daquilo que fazemos.


A prudência: funciona como guia para você ser autor e ator da preservação deste bom ambiente. Escolher criar um ambiente positivo e saudável implica em dar previsibilidade para as pessoas, em explicar as razões e objetivos que te movem e discutir com as pessoas como seguir por este caminho. Por exemplo, você quer que as pessoas trabalhem se sentindo valorizadas, que não se sintam pressionadas o tempo todo, então, você pensa e se afasta do desejo de impor suas vontades, de fazer as pessoas continuarem mesmo percebendo que não estão bem emocionalmente, e passa a discutir com ela a melhor forma de fazer isso para todos.


A justiça: você percebe as pessoas com vontade de fazer, porém, vê um esgotamento emocional, percebe que estão perdidas, sem clareza de propósito para guiar suas ações. A partir dessa constatação, passa a compartilhar e combinar com elas — através de discussões — escolhas que as façam poder dar o seu melhor, serem exigidas para cumprir seus deveres onde reconheçam a exigência como justa, combinando isto com uma liberdade nas relações, pois as ações combinadas atendem a um bem comum, gerando um ambiente onde todos se percebem na mesma condição de tratamento.


A temperança: é a ação de não ceder aos desejos, aos impulsos, o controle emocional quando se trata de agir somente por interesse pessoal. Por exemplo, sua área tem que ser a melhor para você ganhar uma promoção, então logo pensa que se exigir um pouco mais de todos, fazê-los trabalhar para seu interesse neste novo projeto, mesmo que estejam além das capacidades de todos, é tentador, correto? Porém, é exatamente o oposto desta virtude.


A fortaleza: é a busca das razões que se persegue, o exercício da inteligência, com três focos: criar, produzir algo desde o nada e aperfeiçoar as habilidades práticas no fazer algo para fazermos cada vez melhor. É a razão contemplativa que nos leva a aumentar o grau de sabedoria porque olhamos de maneira mais profunda para algo. Por exemplo, você quer ser melhor na execução das atividades de sua área, então busca a melhora dos processos, construir novas formas de ação ou ainda entender melhor o que fazem para poder intervir.


Se a intenção é criar um ambiente melhor, seguro e confiável, então pe preciso combinar com as pessoas aonde se quer chegar, o que é a entrega como dever, ajudar a aprimorar as habilidades, o conhecimento e o modo de fazer, não ceder a novas coisas que certamente pressionarão a todos se aceitas, e tratar a todos de acordo com as premissas estabelecidas. Logo, essas virtudes combinadas se complementam, gerando as condições necessárias para você realizar sua intenção!


Assim, construir um ambiente seguro, confiável e ético depende de como você pratica suas ações cotidianas. É algo pelo qual, principalmente, a liderança tem de trabalhar, gerando o hábito construir as suas virtudes e as virtudes no seu entorno. Inclua essas virtudes como parte de seu aperfeiçoamento, fomentando-as no aperfeiçoamento dos demais também. Inteligência e sabedoria atuando para um bem comum!


Na busca do melhor que você pode ser como líder e influenciador, algumas ações podem ser feitas:

1 – Reflita sobre quais dessas virtudes quer melhorar, e se quer ter mais paciência e ter mais cuidado com os outros ouça o que eles pensam e sentem para criar um acordo sobre como agirem;

2 – Busque aprimorar as competências e habilidades de todos para fazerem o que fazem, estabeleça claramente os deveres e direitos de todos;

3 – Não imponha suas vontades ao coletivo, trabalhe em conjunto para encontrarem as coisas que fazem bem a todos, onde cada um renuncia um pouco de si para favorecer o bem comum.

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ESCRITO POR

Celso Braga

O Celso é um obstinado sonhador e realizador. Sócio-diretor do Grupo Bridge, é casado com a Adriana, pai do Lucas e do Mateus. Adora olhar pra frente e construir o futuro.

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